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Desemprego nos EUA cai pela 1º vez desde abril de 2008

Taxa ficou em 9,4% em julho, segundo o Departamento do Trabalho.
Pais perdeu vagas, mas número de pessoas procurando trabalho caiu.

Do G1, em São Paulo

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A taxa de desemprego nos Estados Unidos interrompeu uma sequência de nove meses consecutivos de alta e registrou leve queda em julho na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados pelo Departamento do Trabalho nesta sexta-feira (7). No mês passado, a taxa de desemprego ficou em 9,4%, levemente abaixo dos 9,5% registrados em junho. 

 

 

 

 


Foi a primeira vez que o desemprego registrou queda desde abril do ano passado, quando a taxa ficou em 5,0%, abaixo dos 5,1% do mês anterior.

Os dados do Departamento do Trabalho mostram, no entanto, que em julho voltaram a ser fechados postos de trabalho: foram 247 mil cortes, abaixo dos 467 mil do mês anterior. Mas houve queda na taxa do desemprego porque menos pessoas estão procurando trabalho: em julho, havia 2,3 milhões de pessoas interessadas em conseguir emprego, mas que não haviam procurado um nas últimas quatro semanas, o que os retira das estatísticas de desemprego.

No mês passado, o número total de desempregados foi estimado em 14,5 milhões de pessoas. Desde dezembro de 2007, 6,7 milhões de pessoas foram somadas a essa estatística. Também no mês passado, o número de pessoas desempregadas há 27 semanas ou mais cresceu em 584 mil, para US$ 5 milhões. 

Setores

O setor de construção voltou a cortar vagas em julho. O número de postos de trabalho foi reduzido em 76 mil. No setor de manufatura, foram 52 mil cortes. Já na indústria automobilística o número de postos de trabalho cresceu em 28 mil. No varejo, o corte foi de 44 mil vagas.

Lucro da CSN cai 68% fecha 2º trimestre em R$ 335 Milhões.

http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/08/06/lucro-da-csn-cai-68-fecha-2o-trimestre-em-335-mi-757149971.asp

Economia já cresceu 4% desde julho, diz Mantega

Em Washington, ministro garante a investidores que Brasil seguirá com política fiscal atual mesmo em ano eleitoral.

Da BBC

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quinta-feira, em Washington, que a economia brasileira cresceu o equivalente a 4% desde julho deste ano.
O comentário do ministro foi feito após um seminário destinado a investidores americanos intitulado Brazil: Overtaking the Crisis (Brasil: Superando a Crise, em tradução literal).
Em sua apresentação, Mantega afirmou que o Brasil, assim como a Índia e a China, começou a superar a crise econômica mais cedo que outras grandes economias, tendo registrado sinais de recuperação ainda no segundo trimestre deste ano.
O ministro também destacou que o Brasil pretende dar continuidade às políticas atuais, mesmo ao longo de 2010, que será ano da disputa eleitoral presidencial.
”Eu já disse que vamos manter a conduta, o que tinha que aumentar, aumentou, e se tiver que reduzir, não os programas prioritários, outros gastos serão reduzidos. Eles (os investidores internacionais) olharam os gastos e ficaram satisfeitos”, afirmou.

 

  ‘Aventura’

O ministro procurou também tranquilizar investidores presentes no evento em Washington.
Mantega assegurou que o Brasil não vai fazer nenhuma ”aventura” em relação ao câmbio flutuante do dólar.
”Deu muito certo. Nós não vamos fazer nenhuma aventura em relação a isso. Estamos comprando reservas, vamos continuar comprando. Quando a crise começou, tínhamos US$ 205 bilhões em reservas. Hoje, já temos US$ 211 bilhões. Vamos continuar comprando”.
Segundo o titular da Fazenda, ”ter reservas é muito bom para o país. Faz muito bem, protege da crise, dá sustentabilidade. Passar por uma eleição em 2010 com um volume de reservas desses dá toda segurança que o país precisa”.
Mantega também procurou minimizar possíveis dúvidas quanto ao impacto fiscal das medidas de estímulo econômico tomadas pelo governo.
Segundo o ministro, mesmo em um ano eleitoral, a dívida pública do país cairá, em 2010, para 38,5%, após ter alcançado a marca de 41,9% do PIB neste ano.
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VisaNet tem lucro 48% maior, de R$ 365 milhões, no 2º trimestre

Ações tiveram volume de R$ 51 bilhões na Bovespa no período.
Empresa estreou no mercado em junho com oferta gigante.

Da Reuters

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VisaNet fez sua estreia na Bovespa em junho (Foto: Divulgação BMFBOVESPA )

A VisaNet, credenciadora de estabelecimentos para os cartões Visa, fechou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 364,8 milhões, um crescimento de 48% ante o lucro de R$ 246,5 milhões um ano antes.

O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação, que mede o fluxo de caixa) da líder do setor de cartões de pagamento no Brasil totalizou R$ 535,4 milhões de abril a junho, ante R$ 349,8 milhões em igual intervalo de 2008, um aumento de 53,1%.

A companhia, que em junho estreou no pregão da Bovespa com uma oferta pública inicial de ações de R$ 8,4 bilhões, registrou um volume financeiro de transações de R$ 50,5 bilhões no segundo trimestre, um acréscimo de 23,5% sobre os R$ 40,9 bilhões do mesmo período em 2008.

 

 


“Esse aumento é reflexo de maior volume financeiro de transações, decorrente do aumento do consumo privado e do uso crescente de cartões como meio de pagamento”, comentou a VisaNet.

A receita operacional líquida no trimestre subiu para R$ 862,9 milhões, contra R$ 669,4 milhões um ano atrás.

 

Fannie Mae sofre prejuízo de US$ 14,8 bilhões e pede ajuda adicional

Empresa de hipotecas dos EUA precisa de mais US$ 11 bilhões.
Fannie Mae está sob controle do governo desde setembro.

Do G1, em São Paulo

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A Fannie Mae, já socorrida pelo governo dos Estados Unidos, sofreu um prejuízo de US$ 14,8 bilhões no segundo trimestre, o que a obrigou nesta quinta-feira (6) a pedir ajuda adicional de US$ 10,7 bilhões ao governo do país.

A Fannie Mae, que está sob o controle do Estado desde setembro para evitar a falência, já havia registrado um prejuízo de US$ 23,2 bilhões no trimestre anterior. A empresa, assim como a Freddie Mac, tem papel importante no setor imobiliário dos EUA, pois compra os empréstimos dos bancos e os revende a investidores.

 

O governo dos EUA já deu ajuda de cerca de US$ 96 bilhões às duas empresas e se comprometeu a dar a elas até US$ 400 bilhões.

O prejuízo da Fannie Mae foi puxado por perdas de US$ 18,8 bilhões com devedores. Essas perdas ficaram maiores com a alta do desemprego no país. Quase 4% das hipotecas da Fannie Mae estavam sem pagamento em 30 de junho, ante 1,4% na mesma data do ano passado.

 

A Fannie Mae, assim como a Freddie Mac, concederam empréstimos mais arriscados durante a “bolha” do mercado imobiliário dos EUA. Os tomadores destas hipotecas estão agora deixando de pagar suas dívidas em níveis recordes. Além disso, antigos bons pagadores estão dando calote por conta da recessão.

Meirelles vê ‘euforia’ no mercado e pede postura ‘pé no chão’

Presidente do Banco Central participa de audiência pública no Senado.
‘Função do BC é acautelar mercados contra excesso de otimismos’, diz.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

 


O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, avaliou nesta quarta-feira (5), durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, que os mercados passam por um momento de “euforia” e de “excesso de otimismo” e, por isso, pediu uma postura “pé no chão”.

 

Nesta terça-feira (4), a Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta de 0,07% e, com isso, o Ibovespa bateu novo recorde de pontuação neste ano. 

 

“O quadro da economia brasileira inspira cuidados, mas é um quadro de recuperação sólida. Nos preocupa o excesso de euforia dos mercados. O Brasil deve entrar 2010 em uma trajetória de crescimento sólido, sustentável, que espera que se mantenha pelos próximos anos. Mas o fato concreto é que é a função do BC acautelar os mercados contra excesso de otimismos ou euforia que possa levar a distorções e a uma volatilidade desnecessária. Portanto, pé no chão. O Brasil está tendo desempenho melhor do que outros países e a perspectiva para o ano que vem é boa”, afirmou Meirelles.

 

O presidente do Banco Central pediu ainda “sobriedade” aos agentes do mercado financeiro para que não aconteça uma ”euforia que leve à decepções e a uma volatilidade [sobe e desce forte das cotações] desnecessária”.

Crise financeira

Apesar do alerta ao mercado financeiro, a avaliação de Meirelles é de Brasil entrou na crise em boas condições, com a produção e o investimento em alta. Deste modo, em sua visão, o país estava “melhor preparado”, com inflação estabilizada e trajetória de queda para a dívida pública, além da demanda por produtos e serviços em alta. “O Brasil entrou na crise com uma capacidade de crescimento maior e, portanto, maior capacidade de tração de saída [da crise]“, concluiu.

Governo está preocupado com exportador, diz Bernardo

Governo está preocupado com exportador, diz Bernardo

 

Da Agência Estado

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O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou hoje que o resultado da indústria no primeiro semestre deste ano foi ruim, mas não surpreendeu. Segundo ele, as medidas tomadas pelo governo fizeram efeito e os setores automobilístico, de linha branca (fabricantes de fogões, geladeiras e lavadoras) e de construção civil “estão bombando” nos últimos meses, apesar da grande queda na produção no final do ano passado. Bernardo disse ainda estar preocupado com “os setores ligados à exportação e o metalmecânico”.
De acordo com o ministro, o governo está acompanhando esses setores, “mas não quer dizer que tenhamos medidas prontas”. Ele argumentou que a exportação anda devagar porque a economia fora do Brasil não vai bem.
Além disso, o ministro considerou que o governo tem limitações para atuar nesse campo, embora, dentro delas, esteja vendo o que pode ser feito. Bernardo reiterou ainda a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, de 1% para este ano. “Temos que manter a previsão, até porque ainda tem um quadro grande de incerteza”, disse o ministro.
Segundo ele, a economia está mais próxima dessa previsão do governo do que de “algumas previsões que foram feitas no mercado financeiro”. Bernardo, porém, não descartou que a projeção venha a ser revisada no futuro. O ministro participa hoje de conferência da Associação Internacional de Escolas e Institutos de Administração no Rio de Janeiro, promovida pela Fundação Getúlio Vargas.

Brasil saiu da recessão no segundo trimestre, diz Meirelles

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u604329.shtml

Casa Branca nega que governo elevará impostos para classe média

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u604251.shtml

Vendas da Ford nos EUA subiram em julho pela 1ª vez em 2 anos, diz analista

Programa de descontos do governo ajudou a impulsionar vendas.
Montadora divulga dado oficial nesta segunda-feira (3).

Do G1, com agências

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Logotipo da montadora em veículo (Foto: Paul Sancya/AP)

As vendas da Ford nos Estados Unidos em julho tiveram a primeira alta em dois anos, disse à agência Associated Press o principal analista de mercado da empresa. A alta foi atribuída a um programa do governo do país que dá bônus a proprietários que trocarem seus carros antigos por modelos novos menos poluentes.

 

Segundo o analista George Pipas, as vendas em julho tiveram alta na comparação com o mesmo mês do ano passado. Se o dado se confirmar, será a primeira vez que isso acontece com as vendas da Ford desde novembro de 2007 e a primeira vez para qualquer uma das seis maiores montadoras do país desde agosto do ano passado.

 

A Ford divulga seus dados oficiais de vendas nesta segunda-feira (3). Em julho de 2008, as vendas foram de 161.071 veículos, queda de 15% em relação ao mesmo mês de 2007.

 

Analistas ouvidos pela Reuters preveem que as vendas de carros de todo o setor nos EUA serão de 10 milhões de unidades em julho, mas a pesquisa foi feita antes do lançamento do programa de bônus dos EUA.

 

“Estamos tendo um bom mês, e a Ford tem tido bons meses recentemente - mas o programa do governo realmente deu um impulso, com certeza”, disse Pipas.

 

O programa foi lançado por Obama em 24 de junho, como parte de um programa de estímulo maior, de US$ 106 bilhões.

 

Batizado de Cars, o programa busca tirar carros antigos e poluidores das ruas e ajudar o setor automotivo. Os proprietários desses carros recebem descontos de entre US$ 3.500 e US$ 4.500 para a compra de novos carros mais econômicos.

 

(Com informações da Reuters e da AP)

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