Encomendas à indústria alemã caem pela 1a vez no ano


BERLIM, 7 DE JULHO – As encomendas à indústria da Alemanha diminuíram pela primeira vez neste ano em maio, caindo 0,5 por cento no mês, mostraram dados oficiais nesta quarta-feira. A pressão veio do volume abaixo da média de grandes encomendas.

A queda contraria expectativas de 39 economistas ouvidos pela Reuters, que estimavam uma alta de 0,5 por cento. As projeções variavam entre queda de 1,5 e aumento de 5 por cento.

Os dados divulgados pelo Ministério da Economia alemão mostram um declínio de 0,6 nas encomendas domésticas e uma queda de 0,3 por cento nas estrangeiras. A alta de abril foi revisada de 2,8 para 3,2 por cento.

As encomendas vindas da zona do euro, onde muitos governos lançaram rígidas medidas de austeridade para evitar a crise de dívida, encolheram 3,3 por cento.

Economia da zona do euro cresce 0,2% no 1º trimestre

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a expansão foi de 0,6%, a primeira alta em base anual em seis trimestres; dados finais ficaram inalterados em relação às estimativas preliminares

Danielle Chaves, da Agência Estado



BRUXELAS – A economia da zona do euro cresceu modestamente nos três primeiros meses deste ano, segundo os dados finais da Eurostat. O Produto Interno Bruto (PIB) da região subiu 0,2% no primeiro trimestre, em comparação com o quarto trimestre de 2009, e foi 0,6% mais forte do que no mesmo período do ano passado – a primeira expansão em base anual em seis trimestres.


Os dados ficaram inalterados em relação às estimativas preliminares divulgadas pela Eurostat no início de junho e em linha com as expectativas dos economistas ouvidos pela Dow Jones. Os números do quarto trimestre de 2009 mostraram que a economia da zona do euro cresceu 0,1% em comparação com o terceiro trimestre daquele ano e teve contração de 2,1% no ano, também sem alteração em relação à estimativa anterior da Eurostat.

Mudanças nos estoques contribuíram com 1,0 ponto porcentual para a taxa de crescimento do primeiro trimestre deste ano, enquanto as exportações acrescentaram 0,8 ponto porcentual. No entanto, as importações subtraíram 1,3 ponto porcentual, os investimentos retiraram 0,2 ponto porcentual e os gastos das pessoas físicas diminuíram 0,1 ponto porcentual. As informações são da Dow Jones.

Bolsa está parecendo que cansou , deve fechar pior

14:19 hs

Resultados de empresa na China,anima mercado internacional

Na madrugada S&P chegou a 1006 e com resultado de empresa chinesas mercado recuperou e subiu.Aqui preço do petroleo preocupa Petrobras pois mercado roda em torno de U$70,00 e projetos são com preços acima assim capitalização deverá ser maior.Classes C e D com dificuldade para pagar os seus compromissos inadimplência com cartões cresceu 26% .Assim hoje aproveitar para quem está comprado aproveitar para zerar.

Marco Aurélio

Queda no preço do petróleo atrapalha plano de investimentos da Petrobrás

Com as cotações patinando perto de US$ 70 o barril, estatal pode necessitar de novos financiamentos, já que trabalha com a média de US$ 76

Nicola Pamplona, de O Estado de S. Paulo  



RIO – O comportamento do preço do petróleo nas últimas semanas reforça a necessidade de conclusão da capitalização da Petrobrás ainda este ano, na opinião de analistas ouvidos pelo Estado. A avaliação é de que a empresa pode precisar de novos financiamentos para cumprir seu programa de investimentos em 2010, estimado em R$ 85 bilhões, caso os preços continuem patinando perto dos US$ 70 por barril.

Segunda-feira, no sexto pregão seguido de queda, o petróleo Brent, negociado em Londres, fechou em US$ 71,47 o barril. O valor está bem abaixo da média de US$ 76 projetada pela estatal para garantir o fluxo de caixa necessário para seus investimentos em 2010. “Caso a projeção não seja atingida, a Petrobrás precisará de mais dinheiro emprestado para manter os investimentos”, explica o consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).

Isso porque a companhia planeja seu orçamento de acordo com um fluxo de caixa projetado segundo as variações do preço do petróleo. Pelas contas da própria empresa, cada dólar de variação na cotação média anual representa uma diferença de US$ 500 milhões em seu caixa. Ou seja, com petróleo a US$ 74, em média, precisará buscar no mercado US$ 1 bilhão para completar o caixa. Com petróleo a US$ 78, reduz em US$ 1 bilhão a necessidade de captações.

“A Petrobrás precisa investir, pagar impostos, dividendos. Se o preço continuar assim, vai precisar da capitalização, porque não pode mais tomar empréstimo”, acrescenta um analista de banco de investimento, que pediu para não ser identificado. Com uma dívida superior aos US$ 100 bilhões, a Petrobrás está hoje no limite de alavancagem (relação entre dívida e patrimônio) para manter sua condição de investment grade.

Otimista

O plano de investimentos 2010-2014, que já contempla a emissão de ações, tem como parâmetro US$ 76 em 2010, US$ 78 em 2011 e US$ 82 nos anos seguintes. Os números surpreenderam, pois a estatal costuma ser conservadora nas projeções. Desta vez, em teleconferências com analistas, foi questionada por ter sido “otimista” ante a imprevisibilidade em relação ao crescimento mundial.

“Não dá para ter clareza em relação ao futuro da economia, o cenário vai de euforia a cautela em pouco tempo”, comenta o analista de energia da consultoria Tendências, Walter de Vitto, que considera “razoável” a projeção da Petrobrás para 2010, mas alerta para o risco de não cumprimento das metas de produção, que também prejudicaria a geração de caixa no período.

Na média do primeiro semestre, a cotação do petróleo ainda está em torno dos US$ 78 por barril, puxada por picos de US$ 80 a US$ 90 atingidos nos primeiros trimestres. As projeções de analistas entrevistados pelo Estado apontam uma média anual entre US$ 75 e US$ 85 por barril, a depender do ritmo de recuperação da economia.

A capitalização estava prevista para o fim de julho, mas foi adiada por causa do atraso na certificação de reservas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Agora, a Petrobrás pretende encerrar o processo até o fim de setembro. Pelas projeções do mercado, a empresa pode captar de US$ 50 bilhões a US$ 60 bilhões, garantindo espaço para buscar novos empréstimos.

Nada para apostar em altas que valem ter posição.

Mercado sem noticia para acreditar em alta , cenário continua muito ruim pode ter suspiros cada vez mais fracos ,momento é para baixo  não tem o que apostar em altas.Quem quer continuar comprado acreditando em alguma coisa positiva , acho que deveria cobrir a posição vendendo indice ou opção , para amortecer um prejuizo maior.S&P chegando num ponto perigoso 1000.Na minha opinião mercado não pega nem financiamento.Juros continuaram a subir , melhor dar uma passeada na renda fixa até um momento melhor para ganhos , não para só carregar poisição.

Marco Aurélio

Atividade em serviços da zona do euro tem o menor nível em três meses

Índice do setor caiu para 55,5 em junho, indicando que a recuperação econômica do bloco está perdendo força

Danielle Chaves, da Agência Estado  



LONDRES – O índice de atividade dos gerentes de compra (PMI) do setor de serviços da zona do euro (grupo dos 16 países que adotam a moeda única) caiu para 55,5 em junho, o menor nível em três meses, de 56,2 em maio. A expectativa dos economistas era de queda para 55,4. Com isso, o índice de produção composto da zona do euro – uma medida da atividade baseada em uma pesquisa com gerentes de compra de cerca de 4.500 empresas – recuou para a mínima em três meses de 56,0 em junho, de 56,4 em maio. Os números indicam que o crescimento do setor privado da zona do euro se desacelerou em junho, no mais novo sinal de que a recuperação econômica do bloco está perdendo força.

Na Alemanha, a maior economia da zona do euro, o PMI de serviços ficou estável em 54,8 em junho, na comparação com maio, levemente acima da estimativa de queda para 54,6. Já na França, o PMI de serviços caiu para 60,8 em junho, de 61,4 em maio, contra a previsão de alta para 61,6. Na mesma base de comparação, o PMI de serviços da Itália recuou para 51,5, de 53,7, um declínio maior do que o esperado, que era para 53,5.

Vendas do varejo sobem

Já as vendas do varejo na zona do euro subiram 0,2% em maio em relação a abril e avançaram 0,3% em comparação a maio do ano passado, segundo dados divulgados pela agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat.

A alta mensal foi inferior à elevação de 0,4% prevista pelos economistas ouvidos pela Dow Jones, mas superou a previsão para variação anual, que era queda de 0,7%. A diferença na estimativa anual reflete revisões em alta feitas nos números nos meses anteriores. A Eurostat revisou as vendas em abril para queda mensal de 0,9% e anual de 0,5%, de queda de 1,2% e 1,5%, respectivamente.

O fraco desempenho do varejo em maio foi atribuída a temores sobre as perspectivas econômicas da região.

Entre os 27 países da União Europeia, as vendas no varejo subiram 0,4% em comparação a abril e avançaram 0,55% em relação a maio de 2009. As informações são da Dow Jones.

Setor privado criou apenas 83 mil empregos no mês, abaixo da mediana das estimativas de criação de 110 mil postos

Desemprego nos EUA cai para 9,5% em junho, mas geração de vagas desaponta

Danielle Chaves e Cynthia Decloedt, da Agência Estado



NOVA YORK e WASHINGTON – A taxa de desemprego nos EUA caiu para 9,5% em junho, de 9,7% em maio. O número ficou abaixo da previsão dos economistas ouvidos pela Dow Jones, que era de 9,8%. Segundo dados do Departamento do Trabalho, o setor privado, contudo, criou apenas 83 mil empregos, abaixo da mediana das estimativas de criação de 110 mil empregos, mas superior ao número de maio, quando foram criadas 33 mil vagas.

De acordo com o Departamento do Trabalho, a economia norte-americana cortou 125 mil empregos em junho, uma vez que 225 mil pessoas que haviam sido contratadas pelo governo para participar do Censo 2010 nos meses recentes perderam seus empregos temporários. Economistas ouvidos pela Dow Jones esperavam corte de 110 mil vagas em junho.

Em maio, foram criadas 433 mil vagas de trabalho, grande parte, contratações para o Censo 2010. O dado de maio foi revisado em leve alta, de elevação de 431 vagas divulgada anteriormente.

Considerando as revisões dos meses anteriores, a economia dos EUA criou em média cerca de 150 mil empregos por mês desde o início do ano, nível considerado ainda insuficiente para reverter o desemprego significativamente. O volume total de empregos no governo caiu em 208 mil em junho. As informações são da Dow Jones.

China revisa para cima alta do PIB em 2009, para 9,1%

Dado preliminar apontava expansão de 8,7%; mineração, manufatura, energia e serviços contribuíram positivamente



PEQUIM – O crescimento econômico da China desacelerou menos durante a crise financeira global do que o informado inicialmente, segundo o Escritório Nacional de Estatísticas, que revisou para cima o crescimento do PIB do país em 2009, de 8,7% para 9,1%. Em 2008, a economia chinesa havia se expandido 9,6%.

A revisão se deveu a aumentos nas contribuições dos setores secundário e terciário, disse o Escritório num comunicado divulgado em seu website nesta sexta-feira. Os setores secundários incluem mineração, manufatura e energia, enquanto os setores terciários cobrem os serviços. Os setores primários incluem agricultura, extrativismo florestal e pesca.

O Escritório informou ainda que o PIB nominal da China, avaliado nos atuais preços de mercado sem ajuste para a inflação, atingiu 34 trilhões de yuans em 2009. À taxa cambial média do ano passado, a China permaneceu como a terceira maior economia do mundo, com um PIB ligeiramente abaixo do US$ 5 trilhões, atrás do Japão, com um PIB pouco acima dos US$ 5 trilhões. As informações são da Dow Jones.

Desaceleração dá o tom , Petrobras e Vale muita venda

Mercado preocupado com o movimento da economia , como China mostra fraqueza mercado para baixo , destaques de venda Vale e Petrobras , não gosto acredito que logo S&P rompa 1000, o melhor é ficar fora esperando um momento melhor.

Marco Aurelio

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